<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title><![CDATA[Pindorama]]></title><description><![CDATA[Economia e Poesia em Harmonia]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/blog</link><generator>RSS for Node</generator><lastBuildDate>Wed, 17 Jun 2026 10:16:16 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://www.gustavonoronha.com.br/blog-feed.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title><![CDATA[A disputa entre modelos para o campo]]></title><description><![CDATA[Artigo cientifico publicado na revista Saude em Debate, v. 42, n. especial 3, p. 183-198, novembro de 2018. Coautoria: Gustavo Souto Noronha (Incra) e Maria Lucia de Oliveira Falcon (UFRJ). Acesso aberto (Creative Commons BY 4.0): www.saudeemdebate.org.br/sed/article/view/1133 Resumo: O texto procura apresentar a discussao da questao agraria brasileira na perspectiva do conflito entre dois modelos para o campo: um voltado para o agronegocio e outro voltado para a agricultura familiar, reforma...]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/a-disputa-entre-modelos-para-o-campo</link><guid isPermaLink="false">6a19d68c145da5e3830a0882</guid><category><![CDATA[Produção Acadêmica]]></category><pubDate>Fri, 29 May 2026 18:11:33 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Reforma agrária, o censo agropecuário de 2017 e os presidenciáveis]]></title><description><![CDATA[Publicado no Brasil Debate e republicado pelo Jornal GGN em 28 de agosto de 2018. Urge cobrar daqueles que pretendem se tornar o próximo presidente do Brasil o compromisso de uma radical reforma agrária com o assentamento em quatro anos de, pelo menos, 1,15 milhão de famílias. A discussão da reforma agrária no Brasil vem desde os tempos em que o Brasil era uma monarquia. José Bonifácio denunciava os latifúndios improdutivos e defendia a redistribuição de terras em favor de europeus pobres,...]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/reforma-agr%C3%A1ria-o-censo-agropecu%C3%A1rio-de-2017-e-os-presidenci%C3%A1veis</link><guid isPermaLink="false">6a19d4df548dd918f526e81a</guid><category><![CDATA[Produção Acadêmica]]></category><pubDate>Fri, 29 May 2026 18:07:41 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[É preciso falar de reforma agrária]]></title><description><![CDATA[Publicado originalmente no Brasil Debate e republicado pelo Jornal GGN em 5 de setembro de 2014. Desenvolvimento e democracia não são compatíveis com a miséria. O Brasil, de acordo com dados do Banco Mundial, é a sétima economia do mundo pelo PIB total calculado segundo a paridade de poder de compra, entretanto essa riqueza é mal distribuída. É comum associar o combate à pobreza extrema unicamente às políticas de transferência de renda. Entretanto, faz-se necessário contrapor esta visão com...]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/%C3%A9-preciso-falar-de-reforma-agr%C3%A1ria</link><guid isPermaLink="false">6a19d28bcd05d69352d1edb4</guid><category><![CDATA[Produção Acadêmica]]></category><pubDate>Fri, 29 May 2026 17:59:38 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Versos do Acaso]]></title><description><![CDATA[Versos do Acaso é o livro de estreia de Gustavo Souto de Noronha, publicado em março de 1998 pela Princeps Gráfica e Editora Ltda. (Rio de Janeiro), com 216 páginas. O livro traz a marca de um poeta jovem que descobre a escrita como forma de entender o mundo, o amor, o tempo e a própria loucura de viver. Abre-se sob a epígrafe de Renato Russo: "Quem me dera, ao menos uma vez / Que o mais simples fosse visto como o mais importante." No prefácio, Abel Silva escreve: "Os versos de Gustavo...]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/versos-do-acaso</link><guid isPermaLink="false">6a19d0facd05d69352d1e9f9</guid><category><![CDATA[Versos do Acaso]]></category><pubDate>Fri, 29 May 2026 17:51:07 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Alvédrio]]></title><description><![CDATA[Alvédrio é o primeiro livro de poesia de Gustavo Souto de Noronha, publicado em 2010 pela Editora Livre Expressão (Rio de Janeiro). ISBN: 978-85-7984-070-8. Tiragem de 500 exemplares. O título — que remete ao livre-arbítrio, à liberdade de escolha e pensamento — dá o tom de uma obra que oscila entre o manifesto político, a prosa poética e o lirismo amoroso. Como o próprio autor escreve no "Manifesto Alvedrista" que abre o livro: "Só do alvedrio necessita o homem. O homem só torna-se homem...]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/alv%C3%A9drio</link><guid isPermaLink="false">6a19cfa72cf7d1d449f27ade</guid><category><![CDATA[Alvédrio]]></category><pubDate>Fri, 29 May 2026 17:42:48 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Idiossincrasias]]></title><description><![CDATA[Idiossincrasias é uma coletânea poética de Gustavo Souto de Noronha, publicada pela Kindle Direct Publishing em 2020 (ISBN 9798665791487). Sem índice nem prefácio formal — o próprio livro avisa: "Para que? Leia ao acaso." Poesia íntima, política e existencial, onde o absurdo e o amor andam juntos. Reticências (seleção) Toda flor nasce poema, no perfume, na alegoria, ou no desejo. Dias de Sol, sem beijos, são tempestades. Toda revolução deriva de um breve (?) momento de insanidade. Todo dia é...]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/idiossincrasias</link><guid isPermaLink="false">6a199dcdc144ecaf274f11ad</guid><category><![CDATA[Idiossincrasias]]></category><pubDate>Fri, 29 May 2026 14:09:16 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Em busca de Pindorama]]></title><description><![CDATA[Em busca de Pindorama é uma coletânea de poemas de Gustavo Souto de Noronha, publicada pela Kindle Direct Publishing em 2025 (ISBN 9798867821210). A obra reúne poesia política, lírica e existencial — versos que transitam entre a militância e a ternura, entre o luto e a esperança. Alguns poemas: Galhardia Galhardia está em falta no dia da gente na boca das gentes Desentenda Desentenda! Às vezes a razão atrapalha... Ah, traz pallha, Acende um cigarro, O Zé não gosta, Mas Maria se amarra. Ave...]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/em-busca-de-pindorama</link><guid isPermaLink="false">6a199bf9325ac88c49ceb605</guid><category><![CDATA[Em busca de Pindorama]]></category><pubDate>Fri, 29 May 2026 14:02:14 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Carnaval em abril]]></title><description><![CDATA[Livro: Idiossincrasias Saudade, da poesia, do seu sorriso, flores desabrocham com sua alegria...   Uma viagem pro sul, um banho de mar antes do Sol nascer, um samba na Lapa, um beijo num ponto de Ã´nibus...   Nada, uma lembranÃ§a, os desencontros e reencontros, invento memÃ³rias...   Ã dia de festa! As deusas bebem em sua homenagem, os ninfos danÃ§am nus no meio do salÃ£o, mais uma volta da rocha ao redor da estrela....   E seu sorriso fez carnaval em abril... 44 de 44 â Idiossincrasias...]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/carnaval-em-abril</link><guid isPermaLink="false">6a186bc9cc403ab10fbfc6b8</guid><pubDate>Thu, 28 May 2026 16:23:03 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Entre estaÃ§Ãµes]]></title><description><![CDATA[Livro: Idiossincrasias Dormiu na primavera, acordou no outono. Era meia noite em Paris, sol morno no Rio.   O reencontro, o desencontro, o nÃ£o encontro, nÃ£o teve adeus.   A Lapa sem samba, um dia nublado sem nuvens... Aconteceu na primavera uma lÃ¡grima no outono. 43 de 44 â Idiossincrasias ð Ver perfil completo no ORCID]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/entre-esta%C3%A3-%C3%A3%C2%B5es</link><guid isPermaLink="false">6a186b4b69f69d4475ac8b02</guid><pubDate>Thu, 28 May 2026 16:20:55 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[A cor]]></title><description><![CDATA[Livro: Idiossincrasias Dos nossos mortos, da chibata nas costas, dos tiros, das bombas...   as marcas da dor, da luta, dos sonhos por justiÃ§a...   corre nas veias, os Zumbis, as Olgas, os Carlos, e tantos sem nome...   nÃ£o foi a cor que escolhemos, mas nÃ£o adianta varrer, entranhado no chÃ£o estÃ¡ nosso sangue esparramando o vermelho. 42 de 44 â Idiossincrasias ð Ver perfil completo no ORCID]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/a-cor</link><guid isPermaLink="false">6a186ad6cc403ab10fbfc4a5</guid><pubDate>Thu, 28 May 2026 16:18:58 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Eu sonhei]]></title><description><![CDATA[Livro: Idiossincrasias com teus lÃ¡bios junto aos meus numa manhÃ£ ou por do sol Morfeu num afÃ£ fez-me perder teu olhar JÃ¡ nÃ£o sei mais viver sem te amar 41 de 44 â Idiossincrasias ð Ver perfil completo no ORCID]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/eu-sonhei</link><guid isPermaLink="false">6a186a62145da5e38306e63f</guid><pubDate>Thu, 28 May 2026 16:17:00 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Valsa de Morfeu ou Ode Ã  RogÃ©ria]]></title><description><![CDATA[Livro: Idiossincrasias Eu sonhei com teus lÃ¡bios junto aos meus numa manhÃ£ ou por do sol Morfeu num afÃ£ Me desviou do teu olhar DÃ¡ tua mÃ£o pra eu poder caminhar   Eu sonhei com teus lÃ¡bios junto aos meus numa manhÃ£ ou por do sol Me faz chorar, Faz sorrir, pensar Eu chorei nessa manhÃ£ sem seu cafunezinho   Mas agora eu jÃ¡ sei vocÃª trouxe seus carinhos nÃ£o fico sÃ³ pois se der saudades vocÃª tem dÃ³ do meu coraÃ§Ã£o de mim na solidÃ£o   Mas agora eu jÃ¡ sei vocÃª trouxe seus carinhos...]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/valsa-de-morfeu-ou-ode-%C3%A3-rog%C3%A3-ria</link><guid isPermaLink="false">6a1869f3d715e99f6b9a4f3d</guid><pubDate>Thu, 28 May 2026 16:15:11 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[ConcepÃ§Ã£o]]></title><description><![CDATA[Livro: Idiossincrasias A poesia faz segredo nos seus lÃ¡bios, Seus seios desconcertam melodias Enquanto o samba se envolve em seus quadris, O verÃ£o derrete em suas coxas E desabrocha o amor pelo seu ventre... 39 de 44 â Idiossincrasias ð Ver perfil completo no ORCID]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/concep%C3%A3-%C3%A3-o</link><guid isPermaLink="false">6a186975d715e99f6b9a4e36</guid><pubDate>Thu, 28 May 2026 16:13:05 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[CriaÃ§Ã£o]]></title><description><![CDATA[Livro: Idiossincrasias Dizem que Deus fez o homem Ã  sua imagem e semelhanÃ§a... NÃ£o contam que a mulher fez Deus a seu capricho e diversÃ£o... 38 de 44 â Idiossincrasias ð Ver perfil completo no ORCID]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/cria%C3%A3-%C3%A3-o</link><guid isPermaLink="false">6a186906c2da9ec26849fb3f</guid><pubDate>Thu, 28 May 2026 16:11:13 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[InsurreiÃ§Ã£o]]></title><description><![CDATA[Livro: Idiossincrasias Ã tempo de rebeldia! Saem velhos esquemas, O normal inexiste, Os intÃ©rpretes destes dias sÃ£o outros. Nada funciona como antes, Precisa-se de ousadia!   Nos matam, nos prendem, nos calam... Viver tem sido perigoso... E proibido. Ã tempo de subversÃ£o!   Querem nosso trabalho atÃ© a morte, nosso descanso, nossa comida, nossas forÃ§as... Enquanto nos matam de fome, Gritamos: Basta! Chamamos a revoluÃ§Ã£o, Ã tempo de insurreiÃ§Ã£o! 37 de 44 â Idiossincrasias ð Ver...]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/insurrei%C3%A3-%C3%A3-o</link><guid isPermaLink="false">6a18689c817f1c3d535c9dbb</guid><pubDate>Thu, 28 May 2026 16:09:27 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ah, minha amiga...]]></title><description><![CDATA[Livro: Idiossincrasias Ah, minha amiga, Como a desejo... Quero vocÃª De quatro, De pÃ©, De toda maneira... Minha lÃ­ngua Implora teu clitÃ³ris E minhas mÃ£os Pedem os bicos dos seus seios. Desejo pegÃ¡-la de jeito, RoÃ§ar levemente meu pau na sua buceta E beijÃ¡-la, beijÃ¡-la e beijÃ¡-la... Quero seu corpo, sua alma, Gozar junto com vocÃª AtÃ© morrer de orgasmo! 36 de 44 â Idiossincrasias ð Ver perfil completo no ORCID]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/ah-minha-amiga</link><guid isPermaLink="false">6a186820c2da9ec26849f977</guid><pubDate>Thu, 28 May 2026 16:07:25 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Um fim...]]></title><description><![CDATA[Livro: Idiossincrasias Numa manhÃ£ fria de maio OuÃ§o a cantoria da passarada Numa rua sem saÃ­da.   Estico a mÃ£o para pegar a sua, Mas vocÃª nÃ£o estÃ¡ ali.   Caminhando pelo EstÃ¡cio Procuro a batida do seu samba, Mas sÃ³ encontro risos pelos bares.   Queria levar vocÃª para gafieira, Conduzir sua respiraÃ§Ã£o E encontrar seus lÃ¡bios junto aos meus.   SÃ³ que seu sorriso acordou lembranÃ§a, Seu corpo quente junto ao meu JÃ¡ nÃ£o sei mais se aconteceu. 35 de 44 â Idiossincrasias ð Ver...]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/um-fim</link><guid isPermaLink="false">6a186799d715e99f6b9a4a84</guid><pubDate>Thu, 28 May 2026 16:05:26 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Eu te amo]]></title><description><![CDATA[Livro: Idiossincrasias HÃ¡ alguns anos tropecei no teu sorriso, nunca imaginei fosse virar sonho...   encontrei nos teus olhos um canto de repouso pras lÃ¡grimas, pro banzo, pra vida...   demos voltas em torno de uma estrela, viajamos pela Via LÃ¡ctea, e pelo universo inteiro, gritei que te amava...   peguei tua mÃ£o, fomos Ã  praia, danÃ§amos nus na cachoeira, talvez tenha sido a magia de Morfeu...   cultivamos juntos uma pequena primavera, flor do seu ventre, amor definido...   quero teus...]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/eu-te-amo</link><guid isPermaLink="false">6a18529fd715e99f6b9a1896</guid><pubDate>Thu, 28 May 2026 16:03:08 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Complexo do AlemÃ£o]]></title><description><![CDATA[Livro: Idiossincrasias (poema escrito em 2007 por ocasiÃ£o da ocupaÃ§Ã£o do exÃ©rcito no complexo de favelas do AlemÃ£o)   âPaz sem voz, nÃ£o Ã© paz Ã© medoâ Marcelo Yuka   A polÃ­cia e ForÃ§a Nacional ocuparam o complexo do AlemÃ£o Ocuparam, nÃ©, porque se fosse sem teto em prÃ©dio vazio ou sem terra em fazenda com trabalho escravo era invasÃ£o.   Saiu na imprensa dos ricos que tinha mil e trezentos soldados e que mataram dezenove bandidos em conflito com a tropa, apreenderam treze...]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/complexo-do-alem%C3%A3-o</link><guid isPermaLink="false">6a18517f51559c1371beb5e4</guid><pubDate>Thu, 28 May 2026 14:30:52 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Velho Teimoso]]></title><description><![CDATA[Livro: Idiossincrasias (Homenagem aos 200 anos de Karl Marx)   Ahhh... Velho teimoso! Insistes em nÃ£o morrer... JÃ¡ queimaram teus livros, mataram os que compartilharam teu sonho da sociedade humana emancipada, mas as ideias que semeaste sÃ£o perenes, velho teimoso. Antes de ti, velho teimoso, entender e transformar o mundo eram perspectivas apartadas. Vieste nos ensinar segredos ocultos de um metabolismo social que ninguÃ©m explicou com tua ousadia, um metabolismo que carrega uma nova forma...]]></description><link>https://www.gustavonoronha.com.br/post/velho-teimoso</link><guid isPermaLink="false">6a1850e4145da5e38306ab1c</guid><pubDate>Thu, 28 May 2026 14:28:19 GMT</pubDate><dc:creator>Gustavo Noronha</dc:creator></item></channel></rss>