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Manifesto Alvedrista

Só do alvedrio necessita o homem.
O homem só torna-se homem quando livre.
Consiste no principal direito e garante a individualidade de cada um.
Libertemo-nos da hipocrisia! Libertemo-nos da mediocridade! Libertemo-nos da sanidade! Libertemo-nos!
Fiquemos todos loucos. Só os loucos libertam-se.
Libertemo-nos da vida! Libertemo-nos da morte!
Deixemos tudo ao governo do livre-arbítrio.
Libertemo-nos das drogas! Libertemo-nos do desespero! Libertemo-nos do ódio! Libertemo-nos do rancor! Libertemo-nos do amor!
Amemos! Amemos a todos! Amemos nossos pais, nossos irmãos, nossos amigos! Amemos nosso amor! Amemos nossa vida!
O sexo conduz à liberdade! Façamos sexo no café da manhã e no almoço e no jantar – e entre as refeições para relaxar...
Roguemos pragas ao Senhor. Ele não acredita em nós... Por que crer nEle?
Roguemos pragas aos senhores. Culpados são pela miséria do mundo.
Roguemos pragas! Roguemos pragas!
Pensem! Pensem! Pensem! Pensem! O alvedrio vem do pensamento.
Sejamos orgulhosos! Deixemos que nos subestimem, mas estejamos sempre um, dois ou até três passos à frente.
Mostremos ao mundo que somos livres! Somos loucos o suficiente para sermos livres. Somos os insanos que tanto temem os profetas.
O capitalismo, o liberalismo, o consumismo e tantos outros ismos são antialvedrio.
Somos a favor do indivíduo e odiamos o individualismo.
(Dentre todos estes ismos, talvez se salve o lirismo, apesar da decadência...)
O ser humano não nos bata, viva o super-homem.
As igrejas e religiões não aceitam o alvedrio. Rezam elas que Deus nos presenteou com o livre-arbítrio, mas elas o roubaram de nós. Que ardam nas chamas dos seus infernos!
Os líderes são contra o alvedrio. Eles que se fodam!
Nossa sociedade renega o alvedrio. Reneguemos, pois, esta sociedade.
Cada um por si. A lei do cão rege a constituição alvedrista.
Só não se esqueça de ajudar o próximo!
A erocracia é a voz alvedrista, não o estúpido sonho anarquista. A erocracia, o governo dos nossos instintos mais eróticos, que permite o pleno gozo da vida.
*Carpe diem et inutilia truncat...*
Ignoremos os estatutos. Eles não dizem bulufas!
Que se danem normas e os conceitos. Todos para o raio que os parta!
Façamos o que der na telha!
Esqueçamos a física! Suas fórmulas contradizem o alvedrio quando fixam leis inexoráveis. A partir de agora nem tudo que sobe, desce. Quem diabos foi Inércia?
Viva a física quântica! Relatividade, teoria do caos... isso é o suprassumo da ciência!
Criemos palavras. O alvedrio se esconde na neologia.
O mundo real subiu no telhado. Inventemos nosso próprio mundo!
A arte alvedrista se mira no que há de mais puro, não se prende a limites. O alvedrismo na arte permite-nos flertar com gêneros, estilos e escolas. Tanta liberdade, porém, nos expulsou das escolas e nossos gêneros e estilos... Mas que gêneros e estilos?
Quando o homem cai na eterna contradição de suas ideias, isso o aproxima do alvedrio.
A derivada do amor é a felicidade. Vivemos derivando amor. E integrando felicidade.
O alvedrio é o sonho! Sonhar nos coloca mais perto do alvedrio total.
Esqueça a racionalidade e se concentre no vazio, talvez aí se encontre o alvedrio.
Uma vez conquistado o alvedrio. Para sempre conquistado o alvedrio.
Rio de Janeiro, 1 do mês 1 do ano 1 da minha libertação.

Só do alvedrio necessita o homem.
O homem só torna-se homem quando livre.
Consiste no principal direito e garante a individualidade de cada um.
Libertemo-nos da hipocrisia! Libertemo-nos da mediocridade! Libertemo-nos da sanidade! Libertemo-nos!
Fiquemos todos loucos. Só os loucos libertam-se.
Libertemo-nos da vida! Libertemo-nos da morte!
Deixemos tudo ao governo do livre-arbítrio.
Libertemo-nos das drogas! Libertemo-nos do desespero! Libertemo-nos do ódio! Libertemo-nos do rancor! Libertemo-nos do amor!
Amemos! Amemos a todos! Amemos nossos pais, nossos irmãos, nossos amigos! Amemos nosso amor! Amemos nossa vida!
O sexo conduz à liberdade! Façamos sexo no café da manhã e no almoço e no jantar – e entre as refeições para relaxar...
Roguemos pragas ao Senhor. Ele não acredita em nós... Por que crer nEle?
Roguemos pragas aos senhores. Culpados são pela miséria do mundo.
Roguemos pragas! Roguemos pragas!
Pensem! Pensem! Pensem! Pensem! O alvedrio vem do pensamento.
Sejamos orgulhosos! Deixemos que nos subestimem, mas estejamos sempre um, dois ou até três passos à frente.
Mostremos ao mundo que somos livres! Somos loucos o suficiente para sermos livres. Somos os insanos que tanto temem os profetas.
O capitalismo, o liberalismo, o consumismo e tantos outros ismos são antialvedrio.
Somos a favor do indivíduo e odiamos o individualismo.
(Dentre todos estes ismos, talvez se salve o lirismo, apesar da decadência...)
O ser humano não nos bata, viva o super-homem.
As igrejas e religiões não aceitam o alvedrio. Rezam elas que Deus nos presenteou com o livre-arbítrio, mas elas o roubaram de nós. Que ardam nas chamas dos seus infernos!
Os líderes são contra o alvedrio. Eles que se fodam!
Nossa sociedade renega o alvedrio. Reneguemos, pois, esta sociedade.
Cada um por si. A lei do cão rege a constituição alvedrista.
Só não se esqueça de ajudar o próximo!
A erocracia é a voz alvedrista, não o estúpido sonho anarquista. A erocracia, o governo dos nossos instintos mais eróticos, que permite o pleno gozo da vida.
*Carpe diem et inutilia truncat...*
Ignoremos os estatutos. Eles não dizem bulufas!
Que se danem normas e os conceitos. Todos para o raio que os parta!
Façamos o que der na telha!
Esqueçamos a física! Suas fórmulas contradizem o alvedrio quando fixam leis inexoráveis. A partir de agora nem tudo que sobe, desce. Quem diabos foi Inércia?
Viva a física quântica! Relatividade, teoria do caos... isso é o suprassumo da ciência!
Criemos palavras. O alvedrio se esconde na neologia.
O mundo real subiu no telhado. Inventemos nosso próprio mundo!
A arte alvedrista se mira no que há de mais puro, não se prende a limites. O alvedrismo na arte permite-nos flertar com gêneros, estilos e escolas. Tanta liberdade, porém, nos expulsou das escolas e nossos gêneros e estilos... Mas que gêneros e estilos?
Quando o homem cai na eterna contradição de suas ideias, isso o aproxima do alvedrio.
A derivada do amor é a felicidade. Vivemos derivando amor. E integrando felicidade.
O alvedrio é o sonho! Sonhar nos coloca mais perto do alvedrio total.
Esqueça a racionalidade e se concentre no vazio, talvez aí se encontre o alvedrio.
Uma vez conquistado o alvedrio. Para sempre conquistado o alvedrio.
Rio de Janeiro, 1 do mês 1 do ano 1 da minha libertação.

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