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Sílvia

Um sonho qualquer
Chuva fora do verão
Aquele beijo que não vou ter
Melhor parar!
Confundo os poemas
Meus versos sussurram teu nome
Sílvia
E os teus olhos completam teus lábios
Um par de rimas que não existem
Murmuram sílabas desconexas
Parece até uma brincadeira dos deuses
Menina levada sempre sorrindo
Cabelos negros, filha de Tupã,
Queria andar de mãos dadas contigo
Ou então, pegar-te no colo e catar cafuné
Ai, mas aquele beijo que não vou ter
Melhor parar!

Um sonho qualquer
Chuva fora do verão
Aquele beijo que não vou ter
Melhor parar!
Confundo os poemas
Meus versos sussurram teu nome
Sílvia
E os teus olhos completam teus lábios
Um par de rimas que não existem
Murmuram sílabas desconexas
Parece até uma brincadeira dos deuses
Menina levada sempre sorrindo
Cabelos negros, filha de Tupã,
Queria andar de mãos dadas contigo
Ou então, pegar-te no colo e catar cafuné
Ai, mas aquele beijo que não vou ter
Melhor parar!

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