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A disputa entre modelos para o campo
Artigo cientifico publicado na revista Saude em Debate, v. 42, n. especial 3, p. 183-198, novembro de 2018. Coautoria: Gustavo Souto Noronha (Incra) e Maria Lucia de Oliveira Falcon (UFRJ). Acesso aberto (Creative Commons BY 4.0): www.saudeemdebate.org.br/sed/article/view/1133 Resumo: O texto procura apresentar a discussao da questao agraria brasileira na perspectiva do conflito entre dois modelos para o campo: um voltado para o agronegocio e outro voltado para a agricultura
Gustavo Noronha
há 5 dias1 min de leitura
Reforma agrária, o censo agropecuário de 2017 e os presidenciáveis
Publicado no Brasil Debate e republicado pelo Jornal GGN em 28 de agosto de 2018. Urge cobrar daqueles que pretendem se tornar o próximo presidente do Brasil o compromisso de uma radical reforma agrária com o assentamento em quatro anos de, pelo menos, 1,15 milhão de famílias. A discussão da reforma agrária no Brasil vem desde os tempos em que o Brasil era uma monarquia. José Bonifácio denunciava os latifúndios improdutivos e defendia a redistribuição de terras em favor de eu
Gustavo Noronha
há 5 dias2 min de leitura
É preciso falar de reforma agrária
Publicado originalmente no Brasil Debate e republicado pelo Jornal GGN em 5 de setembro de 2014. Desenvolvimento e democracia não são compatíveis com a miséria. O Brasil, de acordo com dados do Banco Mundial, é a sétima economia do mundo pelo PIB total calculado segundo a paridade de poder de compra, entretanto essa riqueza é mal distribuída. É comum associar o combate à pobreza extrema unicamente às políticas de transferência de renda. Entretanto, faz-se necessário contrapor
Gustavo Noronha
há 5 dias4 min de leitura
Versos do Acaso
Versos do Acaso é o livro de estreia de Gustavo Souto de Noronha, publicado em março de 1998 pela Princeps Gráfica e Editora Ltda. (Rio de Janeiro), com 216 páginas. O livro traz a marca de um poeta jovem que descobre a escrita como forma de entender o mundo, o amor, o tempo e a própria loucura de viver. Abre-se sob a epígrafe de Renato Russo: "Quem me dera, ao menos uma vez / Que o mais simples fosse visto como o mais importante." No prefácio, Abel Silva escreve: "Os versos
Gustavo Noronha
há 5 dias2 min de leitura
Alvédrio
Alvédrio é o primeiro livro de poesia de Gustavo Souto de Noronha, publicado em 2010 pela Editora Livre Expressão (Rio de Janeiro). ISBN: 978-85-7984-070-8. Tiragem de 500 exemplares. O título — que remete ao livre-arbítrio, à liberdade de escolha e pensamento — dá o tom de uma obra que oscila entre o manifesto político, a prosa poética e o lirismo amoroso. Como o próprio autor escreve no "Manifesto Alvedrista" que abre o livro: "Só do alvedrio necessita o homem. O homem só t
Gustavo Noronha
há 5 dias4 min de leitura
Idiossincrasias
Idiossincrasias é uma coletânea poética de Gustavo Souto de Noronha, publicada pela Kindle Direct Publishing em 2020 (ISBN 9798665791487). Sem índice nem prefácio formal — o próprio livro avisa: "Para que? Leia ao acaso." Poesia íntima, política e existencial, onde o absurdo e o amor andam juntos. Reticências (seleção) Toda flor nasce poema, no perfume, na alegoria, ou no desejo. Dias de Sol, sem beijos, são tempestades. Toda revolução deriva de um breve (?) momento de insani
Gustavo Noronha
há 5 dias1 min de leitura
Em busca de Pindorama
Em busca de Pindorama é uma coletânea de poemas de Gustavo Souto de Noronha, publicada pela Kindle Direct Publishing em 2025 (ISBN 9798867821210). A obra reúne poesia política, lírica e existencial — versos que transitam entre a militância e a ternura, entre o luto e a esperança. Alguns poemas: Galhardia Galhardia está em falta no dia da gente na boca das gentes Desentenda Desentenda! Às vezes a razão atrapalha... Ah, traz pallha, Acende um cigarro, O Zé não gosta, Mas Maria
Gustavo Noronha
há 5 dias2 min de leitura
Carnaval em abril
Livro: Idiossincrasias Saudade, da poesia, do seu sorriso, flores desabrocham com sua alegria... Uma viagem pro sul, um banho de mar antes do Sol nascer, um samba na Lapa, um beijo num ponto de ônibus... Nada, uma lembrança, os desencontros e reencontros, invento memórias... à dia de festa! As deusas bebem em sua homenagem, os ninfos dançam nus no meio do salão, mais uma volta da rocha ao redor da estrela.... E seu sorriso fez carnaval em abril... 44 de 44 â I
Gustavo Noronha
há 6 dias1 min de leitura
Entre estações
Livro: Idiossincrasias Dormiu na primavera, acordou no outono. Era meia noite em Paris, sol morno no Rio. O reencontro, o desencontro, o não encontro, não teve adeus. A Lapa sem samba, um dia nublado sem nuvens... Aconteceu na primavera uma lágrima no outono. 43 de 44 â Idiossincrasias ð Ver perfil completo no ORCID
Gustavo Noronha
há 6 dias1 min de leitura
A cor
Livro: Idiossincrasias Dos nossos mortos, da chibata nas costas, dos tiros, das bombas... as marcas da dor, da luta, dos sonhos por justiça... corre nas veias, os Zumbis, as Olgas, os Carlos, e tantos sem nome... não foi a cor que escolhemos, mas não adianta varrer, entranhado no chão está nosso sangue esparramando o vermelho. 42 de 44 â Idiossincrasias ð Ver perfil completo no ORCID
Gustavo Noronha
há 6 dias1 min de leitura
Eu sonhei
Livro: Idiossincrasias com teus lábios junto aos meus numa manhã ou por do sol Morfeu num afã fez-me perder teu olhar Já não sei mais viver sem te amar 41 de 44 â Idiossincrasias ð Ver perfil completo no ORCID
Gustavo Noronha
há 6 dias1 min de leitura
Valsa de Morfeu ou Ode à Rogéria
Livro: Idiossincrasias Eu sonhei com teus lábios junto aos meus numa manhã ou por do sol Morfeu num afã Me desviou do teu olhar Dá tua mão pra eu poder caminhar Eu sonhei com teus lábios junto aos meus numa manhã ou por do sol Me faz chorar, Faz sorrir, pensar Eu chorei nessa manhã sem seu cafunezinho Mas agora eu já sei você trouxe seus carinhos não fico só pois se der saudades você tem dó do meu coração de mim na solidão Mas agora eu já sei você tro
Gustavo Noronha
há 6 dias1 min de leitura
Concepção
Livro: Idiossincrasias A poesia faz segredo nos seus lábios, Seus seios desconcertam melodias Enquanto o samba se envolve em seus quadris, O verão derrete em suas coxas E desabrocha o amor pelo seu ventre... 39 de 44 â Idiossincrasias ð Ver perfil completo no ORCID
Gustavo Noronha
há 6 dias1 min de leitura
Criação
Livro: Idiossincrasias Dizem que Deus fez o homem à sua imagem e semelhança... Não contam que a mulher fez Deus a seu capricho e diversão... 38 de 44 â Idiossincrasias ð Ver perfil completo no ORCID
Gustavo Noronha
há 6 dias1 min de leitura
Insurreição
Livro: Idiossincrasias à tempo de rebeldia! Saem velhos esquemas, O normal inexiste, Os intérpretes destes dias são outros. Nada funciona como antes, Precisa-se de ousadia! Nos matam, nos prendem, nos calam... Viver tem sido perigoso... E proibido. à tempo de subversão! Querem nosso trabalho até a morte, nosso descanso, nossa comida, nossas forças... Enquanto nos matam de fome, Gritamos: Basta! Chamamos a revolução, à tempo de insurreição! 37 de 44 â Idiossi
Gustavo Noronha
há 6 dias1 min de leitura
Ah, minha amiga...
Livro: Idiossincrasias Ah, minha amiga, Como a desejo... Quero você De quatro, De pé, De toda maneira... Minha lÃngua Implora teu clitóris E minhas mãos Pedem os bicos dos seus seios. Desejo pegá-la de jeito, Roçar levemente meu pau na sua buceta E beijá-la, beijá-la e beijá-la... Quero seu corpo, sua alma, Gozar junto com você Até morrer de orgasmo! 36 de 44 â Idiossincrasias ð Ver perfil completo no ORCID
Gustavo Noronha
há 6 dias1 min de leitura
Um fim...
Livro: Idiossincrasias Numa manhã fria de maio Ouço a cantoria da passarada Numa rua sem saÃda. Estico a mão para pegar a sua, Mas você não está ali. Caminhando pelo Estácio Procuro a batida do seu samba, Mas só encontro risos pelos bares. Queria levar você para gafieira, Conduzir sua respiração E encontrar seus lábios junto aos meus. Só que seu sorriso acordou lembrança, Seu corpo quente junto ao meu Já não sei mais se aconteceu. 35 de 44 â Idiossi
Gustavo Noronha
há 6 dias1 min de leitura
Eu te amo
Livro: Idiossincrasias Há alguns anos tropecei no teu sorriso, nunca imaginei fosse virar sonho... encontrei nos teus olhos um canto de repouso pras lágrimas, pro banzo, pra vida... demos voltas em torno de uma estrela, viajamos pela Via Láctea, e pelo universo inteiro, gritei que te amava... peguei tua mão, fomos à praia, dançamos nus na cachoeira, talvez tenha sido a magia de Morfeu... cultivamos juntos uma pequena primavera, flor do seu ventre, amor definido.
Gustavo Noronha
há 6 dias1 min de leitura
Complexo do Alemão
Livro: Idiossincrasias (poema escrito em 2007 por ocasião da ocupação do exército no complexo de favelas do Alemão) âPaz sem voz, não é paz é medoâ Marcelo Yuka A polÃcia e Força Nacional ocuparam o complexo do Alemão Ocuparam, né, porque se fosse sem teto em prédio vazio ou sem terra em fazenda com trabalho escravo era invasão. Saiu na imprensa dos ricos que tinha mil e trezentos soldados e que mataram dezenove bandidos em conflito com a tropa, apreen
Gustavo Noronha
há 6 dias1 min de leitura
Velho Teimoso
Livro: Idiossincrasias (Homenagem aos 200 anos de Karl Marx) Ahhh... Velho teimoso! Insistes em não morrer... Já queimaram teus livros, mataram os que compartilharam teu sonho da sociedade humana emancipada, mas as ideias que semeaste são perenes, velho teimoso. Antes de ti, velho teimoso, entender e transformar o mundo eram perspectivas apartadas. Vieste nos ensinar segredos ocultos de um metabolismo social que ninguém explicou com tua ousadia, um metabolismo que carre
Gustavo Noronha
há 6 dias1 min de leitura
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